Renascer: Significando 2015 e co-criando 2016

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O agora está sempre disponível para você agir, mas para criar ações positivas e transformadoras é preciso aprender com o passado e projetar o futuro desejado. A passagem de ano é um convite para deixar morrer o velho e dar luz ao novo. É a oportunidade de renascer para a vida, para as relações, para as ações e, principalmente, para você mesmo. Nesta oficina você será guiado a significar e aprender com 2015 e a dar forma e planejar 2016 para que você seja um co-criador ativo de sua realidade.

Venha empreender sua própria vida!

Facilitação: Cecília Costa

Investimento: Você escolhe com quanto quer colaborar financeiramente, buscando um equilíbrio entre o que você recebeu e o que você pode/quer dar).

Informações: sermentelivre@gmail.com ou (31)3164-0785 e (31)4062-7339 ou (31)97134-9246 (W’App).

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Por que você dá presentes?

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O ato de presentear é mais antigo do que a própria humanidade, pois até mesmo os animais se presenteiam. No entanto, a espécie humana ampliou este costume para além dos laços familiares e é fato que jamais se presenteou tanto como nos dias atuais. O ato de presentear é considerado nobre para quem dá e sorte de quem recebe. No entanto, os interesses econômicos tem distorcido bastante este gesto, de modo que é importante que possamos fazê-lo com consciência sobre o que ele de fato significa para quem dá, para quem recebe e para quem produz.

Assim, para aprofundarmos melhor nesta reflexão, marque a principal razão pela qual você dá presentes. Por favor, seja o mais honesto que puder consigo mesmo (somente você saberá qual foi sua resposta).

 

Agora que você tem mais consciência sobre o que está por trás do seu gesto de presentear, veja se você pode melhorar sua atitude. Perceba porque isso é importante:

Hoje estamos em tempos de excessos. Se você convive com crianças sabe o quanto elas estão abarrotadas de presentes. Tantas opções acabam por saturar a criança que muitas vezes não se interessa de fato por nenhum dos presentes. Isso traz vários prejuízos tanto cognitivos (falta de concentração, de profundidade) como emocionais (falta de vínculo, consumismo). Então reveja o seu hábito de presentear. Não presentei só para manter o costume ou para suprir sua necessidade de ser amado, ou de não se sentir constrangido ou culpado.

Cuidado, pois o marketing usa de todas as ferramentas possíveis para fazer você comprar ou para fazer com que as crianças o convençam disso. Se você não estiver consciente disso, será fácil transformar desejo de felicidade, baixa autoestima e culpa em presentes. O problema é que estes sentimentos não serão realmente resolvidos, você terá sido manipulado, alguém vai receber mais um objeto que rapidamente vai ser descartado e a natureza e as pessoas vão continuar sendo exploradas para a produção de mais materiais. Lembre-se que a maior parte do que compramos atualmente vem da China, pois é lá que a mão de obra é abundante e as leis são tão frágeis que é possível produzir barato, pois o preço não inclui nem os ônus sociais e nem ambientais. Então pense em tudo isso para que você possa de fato sentir que está contribuindo para um mundo mais feliz e amoroso e para um desenvolvimento saudável da pessoa que está sendo presenteada.

O melhor presente que você pode dar a alguém é sua presença plena, amorosa e seu compromisso em ser alguém melhor.

Este artigo é de autoria de Cecília Costa, doutora em Ecologia, Pedagoga Waldorf, terapeuta em Constelação Familiar e diretora do Instituto SerMente Livre.

Para receber mais artigos ou saber sobre atividades para seu autodesenvolvimento, clique aqui.

Por que você dá presentes?

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O ato de presentear é mais antigo do que a própria humanidade, pois até mesmo os animais se presenteiam. No entanto, a espécie humana ampliou este costume para além dos laços familiares e é fato que jamais se presenteou tanto como nos dias atuais. O ato de presentear é considerado nobre para quem dá e sorte de quem recebe. No entanto, os interesses econômicos tem distorcido bastante este gesto, de modo que é importante que possamos fazê-lo com consciência sobre o que ele de fato significa para quem dá, para quem recebe e para quem produz.

Assim, para aprofundarmos melhor nesta reflexão, marque a principal razão pela qual você dá presentes. Por favor, seja o mais honesto que puder consigo mesmo (somente você saberá qual foi sua resposta).

 

Agora que você tem mais consciência sobre o que está por trás do seu gesto de presentear, veja se você pode melhorar sua atitude. Perceba porque isso é importante:

Hoje estamos em tempos de excessos. Se você convive com crianças sabe o quanto elas estão abarrotadas de presentes. Tantas opções acabam por saturar a criança que muitas vezes não se interessa de fato por nenhum dos presentes. Isso traz vários prejuízos tanto cognitivos (falta de concentração, de profundidade) como emocionais (falta de vínculo, consumismo). Então reveja o seu hábito de presentear. Não presentei só para manter o costume ou para suprir sua necessidade de ser amado, ou de não se sentir constrangido ou culpado. Nestes casos, pense em formas mais eficientes de resolver suas carências ou culpas. À medida que você se aprofunda nas suas dores, nas suas sombras, você se torna uma pessoa mais verdadeira, mais humana e vai aprender a transformar dificuldades em profundidade, em sabedoria e em amor próprio, o que naturalmente vai fazer com que as pessoas desfrutem cada vez mais da sua presença. Cuidado, pois o marketing usa de todas as ferramentas possíveis para fazer você comprar ou para fazer com que as crianças o convençam disso. Se você não estiver consciente disso, será fácil transformar baixa autoestima e culpa em presentes. O problema é que estes sentimentos não serão realmente resolvidos, você terá sido manipulado, alguém vai receber mais um objeto que rapidamente vai ser descartado e a natureza e as pessoas vão continuar sendo exploradas para a produção de mais materiais. Lembre-se que a maior parte do que compramos atualmente vem da China, pois é lá que a mão de obra é abundante e as leis são tão frágeis que é possível produzir barato, pois o preço não inclui nem os ônus sociais e nem ambientais. Então pense em tudo isso para que você possa de fato sentir que está contribuindo para um natal mais feliz e amoroso e um ano novo com mais paz e saúde.

O melhor presente que você pode dar a alguém é transformar a si mesmo. Invista no seu auto-desenvolvimento, em ações que te tornem uma pessoa mais consciente, verdadeira, amorosa, livre, leve e íntegra. Se você quer receber gratuitamente artigos e atividades que contribuam para seu auto-desenvolvimento, clique aqui

Este artigo é de autoria de Cecília Costa, doutora em Ecologia, Pedagoga Waldorf, terapeuta em Constelação Familiar e diretora do Instituto SerMente Livre.

Por que os anos estão se passando cada vez mais rápido?

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*Por Cecília Costa

Quem é que não se viu dizendo: O ano já está acabando? Passou tão depressa… tantas coisas que eu ainda gostaria de fazer. Entra ano sai ano e nós cada vez mais espantados com a rapidez do tempo. Será por que? Se lembra da teoria da relatividade de Einstein? Ela diz que o tempo é relativo, ele se torna mais lento à medida que nos aproximamos da velocidade da luz. E o que isso tem a ver com o seu tempo? Bem, a velocidade dos tempos atuais é bem maior do que a 80 anos atrás, quando TV ainda era raridade; ou do que a 30 anos, quando computador era raridade; ou do que a 20 anos quando quase não havia celular, ou mesmo do que a 5 anos quando não havia Smart Phone ou Tablet. Eu nem estou considerando que a velocidade dos meios de transporte aumentou. Estou apenas considerando que a quantidade de informações que você recebe por dia aumentou vertiginosamente (2,4% ao ano entre 1980 e 2008) e que você leva em média 11,8 horas diária recebendo informação. Pense só, 60 anos atrás as pessoas recebiam informações principalmente a partir de seus vizinhos, as vezes do rádio ou de algum jornal escrito (mas lembre-se que nessa época a maior parte das pessoas vivia na zona rural e sem luz, de modo que rádio, só enquanto durasse a pilha, e jornal era raridade). A quantidade de informações novas que uma pessoa tinha ao longo de um dia era quase nada ou uns poucos fatos corriqueiros. Isso significa que naquela época você teria que viver cerca de 25 anos (considerando 30 minutos por dia dedicados à informação) para ter a quantidade de informações que você tem hoje em um único dia. É natural então que você se pergunte “por que você tem a impressão que o ano foi tão corrido se na verdade você viveu o equivalente a 25 anos”? Não seria de se esperar que você pudesse então realizar muitas coisas nesse tempo tão longo? A questão é que você não viajou a velocidade da luz, então o ano para você durou apenas 1 ano mesmo, só que a quantidade de informações que você recebeu equivale a ter vivido uns 25 anos, ou seja, você gastou muito mais tempo recebendo, processando e reagindo a informações do que as pessoas gastavam a 80 anos atrás. E isso consumiu o seu tempo e fez com que você tivesse a impressão que o ano se passou rápido demais. E então… O dia acabou!… O ano acabou!… Lá se foram 10 anos, as crianças cresceram, a velhice chegou, e assim, como se você nem percebesse, chegou o dia de morrer. Puxa, tanta coisa ainda por fazer!

E então chega a hora do grande encontro. Aquele encontro profundo com sua essência, com tudo que você conseguiu transformar em você, sua contribuição para o mundo, o que você fez de positivo, o que você fez de errado, o que você deixou de fazer. Isso não é uma crença ou um final surreal para essa história, há centenas de relatos, inclusive estudados pelos neurocientistas, de pessoas que voltaram de uma experiência de quase morte e que relatam que viram o filme de suas vidas. E então, será que você vai ter que assistir a aquele filme entediante das centenas de horas que você gastou no shopping, nas lojas, na TV, no computador, no celular ou no trânsito?

O fato é que os tempos mudaram rapidamente, atualmente, em dois dias se produz a mesma quantidade de informação do que toda a informação produzida até 2003 (Eric Schmidt). E a quantidade de informações vai continuar aumentando. Um dos reflexos disso é o estresse e as várias doenças físicas e psíquicas a ele associadas. Sua única saída é gerir o seu tempo, buscando o máximo de qualidade e significado para cada momento da sua vida. Para isso, uma das primeiras providências é selecionar as informações que chegam até você e seus familiares. Não espere que os meios de comunicação de massa tenham algum compromisso com a qualidade do que chega até você. Eles são mantidos pelas propagandas e as propagandas têm compromisso com as empresas e as empresas com seus donos ou acionistas. E os acionistas tem compromisso de investir o dinheiro onde ele rende mais dinheiro e isso só é possível através de mais propaganda e aí você entra na história. Aquela megaempresa que mais investe em propaganda é a que ganha mais dinheiro. Você só pode mudar isso se reverter essa lógica. Para isso, invista seu tempo em informações de qualidade, em aprofundar-se naquilo que lhe interessa e em comprar aquilo que vai fazer alguma diferença profunda em sua vida. Compre de preferência de negócios pequenos e locais, evite as grandes empresas, cheia de acionistas vorazes por mais dinheiro. Investir no seu autodesenvolvimento é um grande passo nessa direção: busque desenvolver velhos talentos e encontrar novos, busque se aproximar de seu propósito de vida, desvende seu inconsciente e livre-se de pesos e condicionamentos, aproprie-se de sua história de vida e continue a escrevê-la com cada vez mais significado e alegria.

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*Cecília Costa é diretora do Instituto SerMente Live, terapeuta de Constelação Familiar e Sistêmica, professora universitária, facilitadora de cursos de autodesenvolvimento.  Para ver a agenda de atividades oferecidas, clique aqui.

 

O que há em comum entre as pessoas que mudaram o mundo?

foto de 5 pessoas que mudaram o mundo para melhor

*Por Cecília Costa

Há algum tempo tenho interesse nessa pergunta e comecei a estudar as biografias de algumas pessoas que trouxeram grandes transformações para o mundo. De uma lista inicial de 15 nomes, escolhi cinco que fossem mundialmente reconhecidos por contribuir positivamente, que representassem culturas e/ou épocas distintas da humanidade (de 470 a.C até a atualidade) e que tivessem informações biográficas confiáveis e acessíveis. As cinco pessoas escolhidas foram: Platão, Leonardo da Vinci, Mahatma Gandhi, Albert Einstein e Dalai Lama. A ideia foi comparar a biografia dos cinco, a fim de identificar os pontos comuns e perceber aqueles que devem ter contribuído para o poder de transformação que essas pessoas tiveram (e ainda têm) na história da humanidade. Antes de investigarmos as similaridades, vou trazer um breve relato de cada um e suas contribuições.

Platão nasceu na Grécia provavelmente em 427 antes de Cristo e morreu em 347 a.C., aos 80 anos. Durante sua vida, sua principal motivação foi a formação de governantes conhecedores da filosofia e, portanto, capazes de reflexões mais profundas e éticas. Após algumas tentativas fracassadas de ensinar filosofia diretamente aos governantes, fundou a Academia, uma escola de adultos, que é considerada a 1ª instituição de ensino superior do ocidente. Platão recebia de jovens a idosos, dava aulas e escrevia suas ideias, deixando várias publicações que ainda hoje são relevantes, principalmente nos campos da filosofia, ética e política.

Leonardo da Vinci nasceu em Florença, na Itália em 14/4/1452 e morreu em 2/5/1519, aos 67 anos. Durante sua vida teve interesses e talentos diversificados, deixando contribuições importantes em diversas áreas. Talvez seu talento mais conhecido seja como pintor, sendo a Monalisa e a Santa Ceia algumas de suas obras mais famosas. No entanto, despontou-se ainda como cientista (para detalhes veja livro de Fritjof Capra dedicado a este assunto), matemático, engenheiro, arquiteto, músico, escritor (inclusive de fábulas), inventor (instrumentos musicais, bombas hidráulicas, canhões, helicóptero, escafandro e vários outros), anatomista (de animais, plantas e seres humanos, produzindo diversos desenhos científicos), escultor e botânico. É sem dúvida uma das mentes mais brilhantes que a humanidade já conheceu.

Mahatma Gandhi (Mohandas Karamchand Gandhi) nasceu na Índia em 2/10/1869 e morreu assassinado em 30/1/1948, aos 78 anos de idade. Sua principal motivação foi combater o preconceito e injustiças sociais, a partir da não violência e da força da verdade. Convencido da necessidade de transformar a si próprio para ser então capaz de transformar o seu entorno, Gandhi aplicou em sua própria vida todas as coisas que pregava. Fez jejum a fim de fortalecer sua vontade e persistência, teceu suas próprias roupas e extraiu o sal que consumia como forma de não contribuir com um comércio injusto e fundou e viveu em comunidades onde se vivenciava a produção de alimentos, o cuidado com a natureza e a fraternidade entre todos.

Albert Einstein nasceu na Alemanha em 14 de março de 1879 e faleceu em 18 de abril de 1955 aos 76 anos de idade. Desde cedo se sobressaiu no estudo da matemática e da física, sendo bastante curioso e inventivo. Einstein trouxe um salto para a física, quando em 1905, com apenas 26 anos, publicou 4 artigos revolucionários: o 1º sobre a dualidade entre partícula e onda, o 2º que provava que átomos eram reais e não abstrações, o 3º provou que a velocidade da luz era constante e que o tempo tornava-se mais lento para quem se aproximava dessa velocidade e o 4º estabelecia a equivalência entre matéria e energia (E=mc2). A teoria do Big Ban e a precisão do GPS são alguns dos desdobramentos de suas ideias. Ele que era um pacifista, sofreu imensamente ao testemunhar que suas ideias foram também usadas para a produção da bomba atômica na 2ª guerra mundial.

Dalai Lama Tenzin Gyatso, cujo nome de nascimento é Lhamo Dhondup, nasceu no Tibete em 6 de julho de 1935, filho de uma família de camponeses. Desde 1959 vive em Dharamsala, na Índia, onde conseguiu asilo político após a invasão do Tibete pelos chineses, quando milhares de tibetanos tiveram que deixar seu país. Desde então tem trabalhado intensamente pela libertação do Tibete e preservação de sua cultura. No entanto, suas ações extrapolam em muito a causa tibetana, sendo que hoje o Dalai Lama é uma referência mundial de trabalho pela paz, o que foi oficialmente reconhecido em 1989, quando recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Algumas de suas ações concretas no mundo são: a) a publicação de dezenas de livros sobre ética, compaixão, meditação, educação mental, direitos humanos e da natureza, b) a participação em diálogos científicos com cientistas de todo o mundo e de diversas áreas, contribuindo para desenvolver as novas concepções científicas não materialistas, e c) visitas políticas a mais de 40 países, inspirando uma nova concepção política e democrática a partir de suas declarações e documentos políticos.

Analisando a biografia destas cinco personalidades, inclusive aspectos de sua infância e vida pessoal, encontrei 10 pontos em comum:

  1. Suas condições sociais iniciais variaram, mas nenhum deles teve uma infância com extremo de pobreza ou riqueza.
  2. Todos tiveram adultos que os apoiaram na infância, reconheceram seus talentos e buscaram as pessoas e locais propícios para seu desenvolvimento. Curiosidades: no caso do Dalai Lama, seus talentos foram percebidos ainda com 2 anos de idade (quando foi reconhecido ser a encarnação do 13º Dalai Lama, começando a ser educado para assumir a liderança política e espiritual de seu país já a partir dos 6 anos de idade). Leonardo foi o único cujos pais nunca moraram juntos, vivendo até cerca de 6 anos com sua mãe e depois com seu pai.
  3. Desde a infância, todos demonstravam grande curiosidade, interesse pelo mundo e disposição para aprender e criar, os quais persistiram até a velhice. Os cinco seguiram estudando, produzindo e escrevendo ao longo de toda a vida.
  4. Todos conseguiram atingir a 3ª idade e manter-se lúcidos (quem menos viveu foi Leonardo que morreu com 67 anos).
  5. Todos realizaram viagens para bem além dos locais de seus nascimentos, seja para complementar seus estudos, seja para difundir suas ideias.
  6. Todos chegaram a dar orientações aos governantes de seu tempo, mas sem assumir cargos políticos (com exceção do Dalai Lama que assumiu a liderança política e religiosa de seu país desde os 15 anos de idade).
  7. Todos chegaram a ser reconhecidos como figuras importantes ainda no seu tempo, o que demonstra suas habilidades em expandir suas ideias em setores diversos.
  8. Todos sacrificaram sua vida familiar. Três deles não se casaram e nem tiveram filhos (Platão, Leonardo Da Vinci e Dalai Lama) e os outros dois que tiveram filhos viveram a maior parte do tempo longe deles. Curiosidade: Tanto a 1ª esposa de Einstein quanto a esposa de Gandhi contribuíram ativamente no trabalho de seus maridos.
  9. Todos sofreram coerções e dificuldades diversas para colocar suas ideias e forma de ser no mundo, mas mesmo assim persistiram. Isso demonstra o grande valor da autoconfiança, que certamente foi construída na infância com o apoio dos adultos.
  10. Nenhum deles foi motivado por dinheiro ou poder, sendo que nenhum viveu uma vida de opulência. O poder que exerceram, e exercem ainda hoje, foi conquistado por seus conhecimentos, sabedoria e personalidade, e não por seus bens materiais.

Os pontos acima provavelmente não são requisitos obrigatórios para se empreender grandes mudanças no mundo, mas nos inspiram a perceber que aspectos são importantes de serem desenvolvidos em nós e em nossas crianças e os desafios pelos quais precisamos passar para colocar nossos talentos a serviço de um mundo melhor.

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*Cecília Costa é diretora do Instituto SerMente Livre, doutora em Ecologia, terapeuta em Constelação Familiar, pedagoga Waldorf e Aconselhadora Biográfica. Ministra palestras, cursos de autodesenvolvimento e atividades terapêuticas em várias cidades. Para ver nossa agenda de atividades, clique aqui.

Trilogia de autodesenvolvimento: aprendendo com o passado, transformando o presente e criando o futuro

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Deixe de ser lagarta. Invista no seu desenvolvimento pessoal:

Três cursos vivenciais para que você faça sua metamorfose!

livro da minha vida

Desvendando seu script oculto

Cada um de nós é responsável por escrever o livro da sua própria vida. Porém, poucos conhecem o roteiro oculto que impede nossas histórias de serem felizes, inéditas e plenas de realizações. Em dois dias de curso vivencial você terá oportunidade de identificar padrões de comportamento que afetam sua vida negativamente, tornar-se consciente do roteiro oculto que os mantém e libertar-se desse roteiro.

 as escolhas que faço Descobrindo seu propósito de vida

Você tem clareza de qual é seu propósito de vida? Sabe como colocá-lo em prática? Sabe o que ainda precisa desenvolver e como fazê-lo? Se você está buscando resposta para essas perguntas, esse curso foi feito para você.

 
 book-of-life-718655_1280 AutoBiografia: significando sua história de vida

Neste curso vivencial você terá oportunidade de ganhar uma visão retrospectiva e mais consciente de sua própria biografia, entendendo sua evolução, seus desafios e aprendizados, (re)significando os acontecimentos passados e ganhando mais discernimento para empreender os próximos passos.

 

Três cursos vivenciais para você aprender com seu passado, mudar o presente e planejar o futuro.

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Tomar a vida nas próprias mãos

mãos se desenhando Escher

Você é o autor e o leitor da história da sua própria vida. Inspire-se e realize sua grande obra!

Nosso desenvolvimento pessoal depende de tomarmos as rédeas de nossa própria vida e isso só pode ser feito se estivermos dispostos a aprender com o nosso passado, mudar o nosso presente e planejar o nosso futuro. Isso exige uma boa dose de coragem, tempo e determinação. A maioria de nós ainda responsabiliza a falta de tempo e de dinheiro para explicar o pouco cuidado consigo mesmo e as promessas, projetos e sonhos constantemente adiados.

Você realmente acredita que seu chefe, cônjuge, filhos, amigos ou família vão te dar atenção e prioridade quando você mesmo(a) se ignora? Você acredita que poderá ajudá-los quando você ainda não conseguiu ajudar a você próprio(a)? Você acha ser possível dar ao outro aquilo que você ainda não adquiriu para si mesmo? Claro que não é possível dar aquilo que não temos. O que estamos fazendo se não temos algo mas queremos dá-lo ao outro? Não temos tempo mas queremos dar nosso tempo ao outro, será que desta forma não estamos roubando o tempo do outro? Lembre-se que todo o tempo que você dá ao outro é também um tempo que o outro dá a você. Se isso é feito no automático, sem um real interesse pelo outro, é mais provável que estejamos roubando o tempo do outro.

O tempo é realmente algo muito precioso, não porque tempo seja dinheiro, mas porque tempo é vida, a sua vida e a vida do outro. E a vida é simplesmente o bem mais precioso que alguém pode ter. Talvez por comodismo e falta de motivação ela possa ser algo entediante, pesado e cansativo. Mas isso é uma escolha…, sim, é a sua escolha, ainda que você não saiba disso. Pois a vida é uma escola que te dá a oportunidade de aprender lições preciosas. A vida só te dá lições práticas e que você pode imediatamente experimentar, aplicar na própria vida. Se você acertou, parabéns, siga em frente e passe para o próximo nível! Se você errou, a vida está te dando uma excelente oportunidade de aprender, pois os erros são os melhores professores.

Vá em frente e seja autor de seu próprio livro didático, que é a história da sua própria vida! Mas lembre-se, para que esse livro seja realmente didático, para que você aprenda com ele, é preciso revisar as lições passadas, perceber onde estão os erros e acertos. E mais, é preciso planejar as próximas lições, pois o que será dos leitores se os autores não tiverem consciência, maestria e verdade naquilo que estão escrevendo?

Você é o autor e o leitor da sua própria vida e ninguém pode fazer isso por você. Inspire-se e realize sua grande obra!

Escrito por Cecília Costa, Instituto SerMente Livre

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Alimentos não convencionais: saúde, economia e sustentabilidade

prato do dia horizontal preenchido por mim

Em todo o mundo há em torno de 300 mil espécies de plantas, sendo que cerca de 10% delas (ou seja, 30.000 espécies) possuem partes comestíveis. Apesar disso, apenas 20 espécies de plantas são a base de 90% da alimentação mundial. No Brasil, o país da biodiversidade, a realidade também é essa, apesar de alguns indícios de mudança. Na última década, por exemplo, o açaí e o cupuaçu, ambos da Amazônia, ganharam status comercial em nosso país. Como podemos explicar o fato das espécies comumente usadas como alimento em nosso país ainda serem as mesmas que nossos ancestrais aprenderam a cultivar nos primórdios da agricultura? Uma das razões é que a cultura da colonização foi bastante agressiva, impondo aos povos invadidos sua cultura e visão de mundo. É bom lembrar que os colonizadores vieram de países temperados, onde as florestas eram dominadas por poucas espécies de árvores, assemelhando-se mais às nossas plantações de Pinus ou Eucalipto, espécies trazidas por eles.

Esse cenário se mantém até hoje, pois, os povos indígenas que conheciam e conhecem nossa biodiversidade foram mortos, marginalizados, confinados em reservas e até hoje não demos um lugar para eles em nossas universidades, eles que ainda hoje são os maiores conhecedores da biodiversidade brasileira e seus usos. Se hoje comemos mandioca, biscoito de polvilho, pão de queijo e tantas outras iguarias retiradas da mandioca, nós devemos isso a eles. Infelizmente, a mandioca é um caso isolado, sendo que continuamos ignorantes sobre os usos que podemos dar para as milhares de espécies de plantas que dispomos.

Um fator recente, mas que vem agravar bastante a situação de nosso empobrecimento alimentar são os transgênicos. Hoje algumas poucas corporações criam espécies transgênicas, sendo que justamente as espécies mais consumidas mundialmente são o alvo de suas pesquisas. Assim, em apenas 10 anos vimos surgir em nossas prateleiras vários alimentos com o rótulo de transgênicos. Isso porque a soja e o milho, que são a base da alimentação mundial, foram escolhidos como alvos para o desenvolvimento dos transgênicos. O trigo, o feijão e o arroz também estão indo para o mesmo caminho. Desta forma, poucas empresas detém o monopólio dos alimentos mais consumidos em todo o mundo.

Além disso, como a alimentação de todo o mundo é baseada nas mesmas espécies, no mundo inteiro a vegetação nativa é dizimada para dar lugar às monoculturas. Porém, junto com a monocultura vem também os agrotóxicos e os herbicidas, de modo que nossa alimentação, além de tornar-se pobre em diversidade e nutrientes (pois o solo se esgota com a monocultura) passa a ser contaminada com veneno, o qual também contamina nossa água.

Como resolver tamanho problema, que ameaça nossa saúde, segurança e soberania alimentar? A única saída é tratarmos de nos apropriar de nossa biodiversidade e aprendermos a usá-la em nosso favor e com responsabilidade. Não precisamos ir para a Amazônia para ter contato com ela. Nas cidades onde vivemos há praças, quintais, áreas verdes, lotes vagos e calçadas repletos de plantas que até então ignoramos ou chamamos de mato, pragas ou, na melhor das hipóteses, de jardins. Há muito mais alimentos no mundo do que possa imaginar sua vã sabedoria. Conheça os alimentos não convencionais e amplie seus horizontes e nossos ecossistemas, pois até agora eles estão encolhendo-se rapidamente.

Texto de autoria de Cecilia Costa, Instituto SerMente Livre.

Para saber mais, veja Inove seu cardápio e Culinária com alimentos não convencionais.

Curso vivencial: Desvendando seu script oculto

livro da minha vida

Cada um de nós é responsável por escrever o livro da sua própria vida. Porém, poucos conhecem o roteiro oculto que impede nossas histórias de serem felizes, inéditas e plenas de realizações.

Durante dois dias de curso vivencial cada um terá a oportunidade de desvendar seu próprio script oculto, conhecer a forma como ele influencia na sua história de vida e liberar-se de seus aspectos negativos. Siga escrevendo sua história de vida, agora de forma mais criativa, leve e plena de significado!

Para formalizar gratuitamente seu interesse e/ou pedir mais informações, clique aqui.